Bar / Restaurante · Cozinha Internacional · Crítica

Le Pompon Rouge e a França no Rio Vermelho

Após quase 5 anos  de tentativas frustradas, eu e alguns amigos das Faculdades Jorge Amado (onde estudei jornalismo durante o ano de 2007, antes dela virar UNIJORGE) conseguimos nos encontrar. A reunião foi marcada no Le Pompon Rouge, e já me animei toda com a ideia de experimentar uma comidinha nova.

O Le Pompon é um restaurante francês, que fica no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. É uma empresa familiar. O pai é o chef e divide a cozinha com um de seus dois filhos. O outro filho, Arnaud, é garçom, assim como sua esposa, Ana Lua. Segundo o “filho cozinheiro”, todos moram alí mesmo, no andar de cima.

Como eu já disse em outro post, minha experiência com comidas na França não foi exatamente boa e, no frigir dos ovos, não comi nada tipicamente francês (exceto pelo crepe, que, neste caso, não conta!). Estava realmente curiosa para conhecer o lugar e – que bom – valeu à pena.

Peço licença para babar horrores, mas estou encantadíssima com o Le Pompon. Se não fosse pela comida deliciosa, seria pelo atendimento espetacular de Ana Lua e Arnaud. Este é, também, o primeiro restaurante que já fui – em Salvador – onde servem água de graça aos clientes.

Vou começar pelo ambiente, que é lindo. A única coisa que não me agradou foi a tal da meia luz. Concordo que dá um clima todo especial ao local, mas eu gosto de comer no claro. Porém, num ambiente tão bonito e agradável, a penumbra virou um detalhe sem importância. A trilha sonora também estava de parabéns.



Na hora de fazer os pedidos, Arnaud teve o cuidado de nos explicar cuidadosamente sobre alguns pratos e sugeriu o Menu Degustação, que é servido sempre às terças-feiras: entrada + prato principal + sobremesa, por um valor fixo de R$ 42,00.  Fiquei meio insegura, depois da última experiência que tive com esse tipo de “promoção”, mas resolvi arriscar.

De entrada, uma salada com mix de folhas, tomate uva, nozes e torradas com queijo de cabra e um toque de mel. Muito boa. Leve, saborosa e a torrada ganhou o meu prêmio de melhor do mundo.

Salade de Chévre Chaud

O prato principal foi cordeiro, arroz e ratatouille (que nem o desenho Disney). Normalmente, não gosto de cordeiro. Acho uma carne de sabor muito forte e, se não for bem tratada, fica rançosa, enjoada. Mas esse estava delicioso. Acompanhava, ainda, azeite e mostarda.

Carré d’Agneau à la Moutarde d Dijon et sa Ratatouille

A sobremesa foi Créme Brulée à la Vanille: um tipo de pudim, com uma fina camada de açúcar mascavo cristalizado em cima. Suave, não muito doce e na quantidade ideal. Ficarei devendo a foto, pois as colheres foram mais rápidas que o meu celular/câmera. Para não deixá-los somente na imaginação, coloco uma foto achada no perfil do restaurante no Facebook, e que faz jus à realidade (coisa rara, hein?!):

Créme Brulée à la Vanille

A noite foi ótima. Saí de lá feliz e satisfeita. Para aqueles que primam por um bom atendimento, apreciam um ambiente bonito, tranquilo e gostam (ou querem conhecer) da culinária francesa, vão ao Le Pompon Rouge. Pra Falar de Comer recomenda!

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3 comentários em “Le Pompon Rouge e a França no Rio Vermelho

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